Empregos do Futuro

Quais áreas de emprego podem desaparecer com a tecnologia?

Começando pelo lado bom e positivo, segundo estudos e pesquisas da universidade de Oxford, as seguintes áreas são as mais promissoras quando se trata de sobrevivência e adequação em relação ao avanço tecnológico:

mídia;
finanças;
gestão;
saúde;
educação;
arte;
negócios.

O processo crescente do desenvolvimento tecnológico e informativo, no entanto, não livra todas as áreas profissionais da obsolescência. Alguns dos ramos ameaçados são:

vendas;
suporte administrativo;
construção civil;
produção industrial;
transporte.

Para realizar a pesquisa até chegar a essa conclusão, foi levando em consideração o quanto cada profissão se baseava em percepção espacial, interação social, atividades manuais avançadas e criatividade.

Mas, por quê? É simples. Essas habilidades são naturais dos seres humanos e, portanto, nenhum computador ou máquina programável pode desempenhá-las tão bem. Segundo os estudiosos e com base no nível tecnológico atual, é improvável que essas atividades sejam executadas por máquinas antes dos próximos 20 anos.

Desenvolver um algoritmo que representa a criatividade é praticamente impossível. Os pesquisadores afirmam que essa habilidade é desenvolvida de acordo com a cultura e o tempo de vida de cada pessoa. É uma das essências do ser humano.

O avanço das máquinas

tecnologia

Algumas habilidades não podem ser previamente programadas, utilizando-se da inteligência artificial. São elas: negociar, perceber reações de pessoas, reconciliar, cuidar de pessoas (tanto no lado emocional, quanto no físico) e persuadir.

Computadores são bons em lidar com métricas e dados não (tão) variáveis. Em suma, situações padrões podem ser bem representadas por máquinas, mas em casos em que não há um modelo sempre a ser seguido, fica complicado.

É necessário uma “alta dose” de inteligência artificial, e ela ainda não é capaz de suportar e dar conta dos casos mais complexos e naturais do ser humano. Um bom exemplo são atividades mais mecânicas.

O processo de produção de um certo produto, por exemplo, pode ser muitas vezes realizados por máquinas programáveis, pois simulam a atividade mecânica e padrão do antigo funcionário.

Mesmo assim, a criação de sensores mais avançados e o aumento da capacidade de processar e armazenar dados nos dá a possibilidade de trabalhar com atividades não tão padronizadas assim.

Um exemplo? O carro “autoguiado” do Google, que substitui o motorista.

A qualificação profissional

Quanto menos qualificação exige uma função no mercado, maior é a probabilidade dessa profissão desaparecer. Mas o que prova essa afirmação? Simplesmente o fato de que operadores de caixa, telemarketing e corretores de imóveis sofrerão de extinção nos próximos anos.

A atitude mais esperada pelo trabalhador é que ele busque investimento financeiro e de tempo na educação, para que possa se recolocar no mercado da melhor maneira possível, se necessário. Apesar de óbvia, essa é uma recomendação dos pesquisadores.

Embora essa evolução tecnológica seja mundial, ela caminhará mais lentamente em países mais pobres, onde os recursos financeiros para investimento em informatização são precários. Tendo em vista o último tópico, fica claro que estudar e se renovar intelectualmente são atitudes fundamentais para garantir uma (boa) vaga no mercado de trabalho.

Isso também favorece sua segurança e estabilidade financeira, assim como uma carreira de sucesso. O importante é que você já sabe sobre o assunto e tem tempo para se reavaliar profissionalmente e se planejar caso sua profissão atual exija isso.

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